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Mangás que Eu Queria ver no Brasil Apesar do número cada vez maior de mangás que vem sendo publicados no país, não me sinto particularmente satisfeita com o que está nas bancas. Não é o caso de reclamar do quantitativo, até porque as editoras talvez estejam lançando mais títulos do que o mercado brasileiro tenha condições de absorver. O problema, para mim, é a diversidade. Cada vez mais, na intenção de firmar um determinado tipo de público, as editoras buscam publicar histórias parecidas, tão iguais que muita gente pode começar a enjoar dos mangás. Agora, editoras como a Conrad investem pesado em títulos adultps (masculinos) e underground. E, nós, fãs de shoujo e de josei, ficams para trás. Mas para que tentar mostrar que as mulheres também sabem fazer mangá e, muito bem? Asism, esta seção vai apresentar alguns títulos de mangás que eu gostaria de ver publicados em nosso país. A maioria, obviamente, vão ser shoujos, mas não obrigatoriamente. O critério aqui vai ser meu gosto pessoal e nesse caso, cada um tem o seu. Além disso, vou estar levando em conta o tamanho do mangá, se foi concluído, ou não. Ainda acho que o mercado brasileiro está se firmando e publicar obras inacabadas, ou com trocentos volumes podem mais atrapalhar do que ajudar a coisa a fluir. Primeiro é preciso firmar as coisas, e depois abrindo o leque de possibilidades. Ter anime não vai pesar na lista, pois não é garantia de qualidade ou vendas. Se vocês passaram na seção de clássicos, já podem incluir todos aqueles títulos na listinha, assim como Shoujo Kakumei Utena, porque certamente são todos obrigatórios, mas não vão aparecer listados aqui, porque têm seções próprias.
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